Parecer técnico
Objetivo do serviço: Localizar origem de infiltração
Solicitante: Elizabeth Alexandra Mary Windsor
Data da inspeção: 00/00/0000
Endereço fictício da Inspeção: Rua Palácio de Buckingham, nº 1
Bairro Westminster Londres/DF CEP 70010-001
Empresa Executora: Elite Serviços Hidráulicos Ltda
CNPJ: 16.709.655/0001-73
Endereço: Rua Curupis, 2328 – Portão, Curitiba – PR, CEP: 81570-440
Responsável pela Inspeção: Edson Karpinski (Encanador Geofonista)
Endereço: Rua Curupis, 2328 – Portão, Curitiba – PR, CEP: 81570-440
Responsável pela Inspeção: Edson Karpinski (Encanador Geofonista)
Resumo dos sintomas e evidências
Devido à infiltração que vem umedecendo o piso do imóvel de forma generalizada — principalmente
visível na sala da residência —, fui contratado para, por meio de testes específicos e do serviço de
caça-vazamentos com uso de geofone e termografia, localizar o ponto exato de origem da infiltração.
Avaliação geral e metodologia de investigação
Ao chegar ao imóvel, a primeira medida adotada foi a verificação da estanqueidade da rede
hidráulica, que está dividida em três setores distintos:
— Setor 1: corresponde à rede externa da residência, responsável pelo abastecimento da torneira do
pátio e da caixa d’água.
— Setor 2: compreende a rede interna da edificação, alimentada pela caixa d’água instalada no
forro, proveniente do Setor 1. Essa rede atende os pontos de consumo dos banheiros, cozinha e
lavanderia.
— Setor 3: refere-se à rede de água quente da residência, derivada da rede fria e direcionada aos
pontos com aquecimento.
Observação: Os três setores estão interligados diretamente por meio de um bypass instalado dentro
da caixa d’água. Essa interligação tem como objetivo melhorar e aumentar a pressão nas torneiras e
chuveiros da residência.
Teste de estanqueidade executado:
Para diagnosticar qual setor apresentava problema, o Setor 1 foi isolado dos demais, de modo a
permitir testes de estanqueidade individualizados.
Para isso, o bypass que interligava os setores interno e externo foi desligado, possibilitando a
aplicação do teste apenas no Setor 1.
Conclusão dos testes:
Essa separação permitiu identificar se o ramal responsável pela infiltração visível no imóvel pertencia
a esse trecho da rede.
Com base no teste de estanqueidade do Setor 1 e na análise da disposição das tubulações no forro
do imóvel, foi possível confirmar que o problema estava concentrado nesse setor, descartando,
portanto, a necessidade de testes nos setores 2 e 3.
Avaliação geral com escutas e sensores de umidade:
Uma vez identificado o ramal com vazamento, foram utilizados sensores, sondas e escutas com
geofone na tentativa de localizar com precisão o ponto exato da fuga. No entanto, não foi possível
determinar sua localização de forma conclusiva.
As medições realizadas com sensor de umidade indicaram maior concentração de umidade no
banheiro da residência. Ainda assim, essas leituras não forneceram dados suficientes para definir
com segurança o local exato para a abertura.
Na escuta realizada com o geofone, também não foi possível identificar com precisão o ponto da
fuga. No entanto, com o auxílio de uma pulsadora de golpe de ariete, foi possível mapear o trajeto da
tubulação — conforme indicado na imagem abaixo —, ainda que sem localizar com exatidão o ponto
do vazamento.

Diante da frustração de não ter sido possível localizar com exatidão o ponto do vazamento por meio
do sensor de umidade e da escuta com geofone — embora eu soubesse que a origem do problema
estava nas proximidades —, recorri à termografia como alternativa para precisar melhor a localização
a fim de minimizar os danos que poderiam ser causados pela abertura da alvenaria.
As imagens termográficas foram realizadas tanto no interior quanto na parte externa do imóvel, com o
objetivo de, por meio de análise feita por inteligência artificial, identificar o local mais apropriado para
a abertura da alvenaria, possibilitando o acesso ao ponto da anomalia e o posterior reparo da
tubulação.
As condições da termografia — como temperatura ambiente, clima, incidência solar e outros fatores
que pudessem interferir no resultado — foram inseridas manualmente por mim no sistema de análise,
a fim de garantir a maior precisão possível. Com isso, as chances de localizar o vazamento com
danos minimizados à estrutura tornaram-se significativamente maiores.
Termografia (análise por IA):

Foto 1 (lado externo da casa)
Análise Termográfica por “IA” da imagem acima (Foto 1)
- Identificação de Padrões Térmicos Anormais: A imagem térmica acima revela uma área de
temperatura mais baixa concentrada na porção inferior esquerda, abrangendo o piso e subindo
ligeiramente pela base da parede. Essa região é predominantemente exibida em tons de roxo e azul,
indicando temperaturas mais frias. O ponto de temperatura mínima (“MIN”) registrado é de 17.4°C,
localizado nessa área mais fria, próximo à banqueta de madeira. A temperatura no retículo
(crosshair), posicionado mais acima na parede (próximo à marcação do cano), é de 22.6°C, que é
próxima da temperatura ambiente informada (22°C). As demais áreas da parede e piso estão em tons
de verde a amarelo, com temperaturas mais elevadas, chegando a 28.0°C (MAX). As linhas brancas
desenhadas (Por Edson), indicam o trajeto do cano principal de entrada. - Consideração do Tipo de Tubulação: Conforme informado e o contexto de hidrômetro girando, o
vazamento está no ramal de água fria que sobe para a caixa d’água. A temperatura de 17.4°C
observada na área anômala é consistente com a presença de água fria vazando e resfriando as
superfícies ao redor. Embora não seja tão fria, representa uma anomalia significativa em relação à
temperatura ambiente e às áreas não afetadas. - Ponto Mais Suspeito e Possível Causa: O ponto mais suspeito para a fuga de água é a área
fria na porção inferior esquerda da imagem, na junção entre o piso e a parede externa, onde a
tubulação é marcada como passando. A temperatura mais baixa (17.4°C) indica um ponto onde a
água fria está se acumulando ou vazando mais diretamente. Dada a umidade interna se espalhando
no piso e subindo pelas paredes (inclusive a 1.5m de altura), a causa provável é um vazamento
ativo na tubulação de água fria nesse ponto ou nas proximidades, no trecho subterrâneo ou no
ponto de transição para a parede. A água vaza e se espalha, tanto externamente (gerando a
assinatura fria visível) quanto internamente, pela base da parede e sob o piso. - Vazamento Ativo ou Infiltração Passiva: As informações de que o hidrômetro não para de girar e
a umidade generalizada e contínua dentro do imóvel (especialmente no banheiro e quarto
adjacentes, com umidade subindo até 1.5m nas paredes internas e se espalhando pelo piso)
apontam fortemente para um vazamento ativo. A assinatura térmica de uma área mais fria no
exterior (17.4°C) é consistente com essa hipótese, indicando que a água fria da rede está vazando e
resfriando essa região. - Grau de Confiabilidade da Interpretação: O grau de confiabilidade desta interpretação é alto. A
termografia identificou uma área fria coerente com um vazamento de água fria no local onde a
tubulação suspeita passa. Combinado com o movimento do hidrômetro e os sintomas internos, a
evidência é substancial.

Foto 2 (lado externo da casa, acima da foto 1)
Análise Termográfica por “IA” da imagem acima (Foto 2)
- Identificação de Padrões Térmicos Anormais: A imagem acima apresenta a porção superior da
parede externa, incluindo uma janela e uma saída de ventilação. As temperaturas gerais da parede
estão em tons de roxo e azul claro, com o ponto do retículo (crosshair) marcando 20.3°C. A
temperatura máxima (“MAX”) é de 23.0°C e a mínima (“MIN”) é de 17.5°C. As áreas mais frias são
observadas predominantemente na estrutura da janela (vidro e esquadria), com um ponto a 17.5°C. A
ventilação e a parede circundante à janela não mostram padrões térmicos significativamente
anormais, como manchas frias irregulares ou escorrimentos visíveis. - Consideração do Tipo de Tubulação: A tubulação em questão continua sendo o ramal de água
fria que sobe para a caixa d’água. Se houvesse um vazamento nessa altura da parede, ou se a água
estivesse escorrendo externamente por essa seção, esperaríamos ver linhas frias verticais ou áreas
de umidade concentrada com temperaturas mais baixas. - Ponto Mais Suspeito e Possível Causa: Com base nesta imagem, não há um ponto
claramente suspeito para um vazamento ou escorrimento de água na parte superior da parede.
As anomalias térmicas observadas estão associadas à própria janela (diferenças de temperatura
entre o vidro e a esquadria, ou entrada de ar da janela aberta), o que é um comportamento térmico
esperado para esses elementos. A parede em si, na área visível, não mostra sinais de umidade ou
vazamento aparente. - Vazamento Ativo ou Infiltração Passiva: Esta imagem não sugere a presença de um
vazamento ativo nem de infiltração passiva visível na parte superior da parede externa. As
temperaturas são relativamente homogêneas e consistentes com uma parede externa sombria e as
características de uma janela. - Grau de Confiabilidade da Interpretação: O grau de confiabilidade é alto para a conclusão de
que esta imagem não indica um problema de vazamento nesta seção da parede. Ela ajuda a
descartar uma manifestação direta do vazamento na parte superior da parede.

Foto 3 (Box do banheiro)
Análise Termográfica por “IA” da imagem acima (Foto 3)
- Identificação de Padrões Térmicos Anormais: A imagem térmica mostra uma área de
temperatura visivelmente mais baixa concentrada ao redor do ralo do box e estendendo-se em
direção ao canto inferior esquerdo (junção das paredes). Essa região anômala se apresenta em tons
de roxo escuro, indicando as temperaturas mais frias. O ponto do retículo (crosshair) sobre o ralo
registra 16.0°C. A temperatura mínima (“MIN”) detectada na imagem é de 14.4°C, localizada na área
de maior umidade, próxima à junção das paredes. A parte superior direita da imagem (provavelmente
a parede externa ou o piso mais afastado) apresenta temperaturas mais elevadas, em tons de verde
claro, chegando a 20.0°C (MAX). - Consideração do Tipo de Tubulação: O problema principal é no ramal de água fria de entrada
da residência. As temperaturas mais baixas (14.4°C a 16.0°C) observadas nesta área do banheiro
são totalmente consistentes com a presença de água fria vazando e se acumulando ou migrando sob
o piso. O ralo e as junções de parede/piso são pontos comuns de acúmulo de água. - Ponto Mais Suspeito e Possível Causa: O ponto mais suspeito para a maior manifestação da
umidade e acúmulo de água é a área imediatamente ao redor do ralo do box e estendendo-se
para o canto inferior esquerdo (junção das paredes do banheiro). Esta é a zona com as
temperaturas mais baixas e onde o sensor de umidade registrou os maiores valores.
A causa provável é o acúmulo e/ou extravasamento de água proveniente do vazamento ativo da
tubulação de água fria (conforme evidenciado pelo hidrômetro e a imagem “Foto 1”). É muito
provável que a água esteja migrando de seu ponto de origem (provavelmente na base da parede
externa) por baixo do piso, e se concentrando ou emergindo nesta área do banheiro, possivelmente
devido à declividade do piso ou falhas na impermeabilização ao redor do ralo ou nas juntas. - Vazamento Ativo ou Infiltração Passiva: A forte correlação entre as baixas temperaturas na
imagem térmica e os altos índices de umidade medidos por sensor neste local, somados ao
movimento contínuo do hidrômetro, indicam de forma conclusiva um vazamento ativo que está
causando a umidade e acúmulo de água no banheiro. - Grau de Confiabilidade da Interpretação: O grau de confiabilidade desta interpretação é muito
alto. A termografia neste local corrobora perfeitamente as medições de umidade e os sintomas gerais
do vazamento.

Foto 4 (Box do banheiro “Outro ângulo”)
Análise Termográfica por “IA” da imagem acima (Foto 4)
- Identificação de Padrões Térmicos Anormais: Esta imagem, assim como a anterior, mostra o
piso do banheiro predominantemente em tons de roxo, indicando temperaturas mais baixas. O ralo
central está a 16.2°C. Há uma área notavelmente mais fria na porção superior esquerda da
imagem, onde a temperatura mínima (“MIN”) registrada é de 15.5°C. Esta mancha mais fria (roxo
mais escuro) se estende e parece ser a mais intensa dentro da área visível. A temperatura máxima
(“MAX”) na imagem é de 19.4°C. - Consideração do Tipo de Tubulação: Mantém-se a suspeita no ramal de água fria. As
temperaturas de 15.5°C a 16.2°C são características de água fria presente sob o piso, resfriando a
superfície. - Ponto Mais Suspeito e Possível Causa: Esta imagem reforça que a área ao redor do ralo e,
especificamente, a porção superior esquerda (onde 15.5°C é registrado), são os pontos mais
suspeitos para o acúmulo e manifestação da água. Essa região de temperatura mais baixa e mais
concentrada indica o local onde a umidade é mais intensa no piso do banheiro.
A causa provável é o contínuo acúmulo de água proveniente do vazamento ativo da tubulação
de água fria (cujo provável ponto de origem é na base da parede externa, conforme identificado na
imagem “Foto 1”). A água vaza, migra por baixo do piso e encontra caminho para se concentrar e/ou
emergir nesta área do banheiro, possivelmente devido a pontos de falha na impermeabilização,
juntas do piso, ou simplesmente por ser uma área de menor elevação onde a água naturalmente se
acumula. - Vazamento Ativo ou Infiltração Passiva: Esta imagem, aliada às evidências anteriores
(hidrômetro girando, umidade generalizada, e a primeira imagem externa com 17.4°C), confirma a
presença de um vazamento ativo que está causando a saturação do piso do banheiro. - Grau de Confiabilidade da Interpretação: O grau de confiabilidade é alto. Esta nova imagem
termográfica solidifica a conclusão de que há uma presença significativa de água fria sob o piso do
banheiro, especialmente na área identificada.

Foto 5 (Foto do quarto ao lado do banheiro)
Análise Termográfica por “IA” da imagem acima (Foto 5)
- Identificação de Padrões Térmicos Anormais: A imagem exibe uma faixa horizontal nítida de
temperaturas mais baixas na base da parede do quarto e no piso adjacente. Essa faixa é
predominantemente em tons de roxo e azul, indicando a presença de temperaturas mais frias. O
ponto de temperatura mínima (“MIN”) registrado é de 13.7°C, localizado nessa área fria, no encontro
da parede com o piso. A parte superior da parede apresenta temperaturas mais elevadas (tons de
verde), com o retículo (crosshair) marcando 21.3°C, próximo à temperatura ambiente. - Consideração do Tipo de Tubulação: O vazamento confirmado pelo hidrômetro é na rede de
água fria. A temperatura de 13.7°C na base da parede e no piso é totalmente consistente com a
saturação por água fria, seja por acumulação ou por capilaridade. - Ponto Mais Suspeito e Possível Causa: O ponto mais suspeito nesta imagem é toda a faixa
horizontal da base da parede do quarto e a junção com o piso, onde as temperaturas mais
baixas (13.7°C) são observadas. Essa “faixa fria” é uma clara indicação de saturação por umidade.
A causa provável é a migração da água proveniente do vazamento ativo da tubulação de água
fria (cujo provável ponto de origem é na base da parede externa, conforme identificado na imagem
“Foto 1”). A água está se espalhando por baixo do piso e subindo por capilaridade pelas paredes
internas (do quarto, assim como do banheiro), manifestando-se nessa faixa de umidade. Isso explica
a umidade que o cliente relatou atingir até 1.5m de altura nas paredes internas. - Vazamento Ativo ou Infiltração Passiva: Esta imagem, somada a todas as evidências anteriores
(hidrômetro girando, umidade generalizada, e as imagens externas e do banheiro), confirma a
presença de um vazamento ativo que está causando a extensa saturação por umidade nas
estruturas internas. - Grau de Confiabilidade da Interpretação: O grau de confiabilidade desta interpretação é muito
alto. A imagem fornece uma evidência termográfica direta da umidade presente na base da parede
do quarto, corroborando os sintomas relatados pelo cliente e a natureza do vazamento.
Resumo Explicativo por Edson Karpinski – (Geofonista Elite)
Contexto Geral do Problema: O hidrômetro não para de girar, indicando um vazamento ativo na
rede de entrada de água fria (ramal do cavalete para a caixa d’água). A umidade se manifesta
internamente no imóvel, espalhando-se pelo piso e subindo pelas paredes do banheiro e quarto
adjacentes, atingindo uma média de aproximadamente até 1.5m de altura.
Análise das Imagens e Localização do Vazamento:
- Imagem “Foto1” Essa área corresponde ao ponto onde a tubulação de água fria sobe para a
caixa d’água, conforme mapeamento. A temperatura mais baixa indica a presença de água
fria vazando diretamente da tubulação e resfriando a estrutura. Este é o ponto mais
provável da fuga de água na tubulação. - Imagens “Foto 3 e 4” (Piso do Banheiro): Estas imagens mostram as consequências do
vazamento dentro do imóvel. Elas revelam áreas de temperatura mais baixa (14.4°C a
16.2°C) ao redor do ralo do box e nas junções das paredes do banheiro, onde o sensor de
umidade registrou os maiores valores. Isso indica que a água que vaza da tubulação externa
está migrando por baixo do piso e se acumulando ou emergindo com maior intensidade nesta
área do banheiro. - Imagem “Foto 5” (Parede do Quarto): Esta imagem complementa a compreensão da
extensão da umidade interna. Ela mostra uma faixa de temperatura mais baixa (13.7°C) na
base da parede do quarto e no piso adjacente, confirmando que a água do vazamento está se
espalhando e subindo por capilaridade pelas paredes internas.
Recomendação do Melhor Local para Acesso à Tubulação:
Com base na análise termográfica e nas outras informações complementares, o melhor e mais
estratégico local para o acesso à tubulação e reparo do vazamento é na área externa, na base
da parede, onde a tubulação de água fria sobe em direção à caixa d’água.
● Ponto Específico: Concentrar a abertura no piso e na base da parede externa (rodapé), na
porção inferior esquerda da imagem “Foto 1”, onde a anomalia térmica de 17.4°C é mais
evidente onde está a marcação do cano.
Considerações para o Profissional:
Para facilitar o trabalho o profissional que fará a abertura e o reparo, deverá seguir as seguintes
considerações:
- Prioridade de Acesso: O ponto de acesso prioritário é o externo, na base da parede,
conforme indicado pela imagem térmica “Foto1”. Este é o local mais provável da origem do
vazamento na tubulação. - Profundidade Estimada: O vazamento é subterrâneo, a aproximadamente 15 cm sob o piso.
A abertura deve considerar essa profundidade. - Tipo de Tubulação: A tubulação é de água fria, parte do ramal de entrada que abastece a
caixa d’água. - Extensão da Umidade: Embora o ponto de origem seja externo, a umidade se espalhou
internamente pelo piso do banheiro e quarto, subindo pelas paredes até 1.5m. O reparo da
fonte externa deve resolver a causa da umidade interna, que deverá secar com o tempo. - Cuidado na Demolição: O profissional deverá realizar a abertura com cuidado, pois a
tubulação está próxima e pode estar embutida na parede ou sob o contrapiso. - Confirmação Visual: Ao abrir o local, o profissional deverá procurar por sinais visíveis de
água (poça, umidade excessiva) e pela tubulação molhada ou danificada. - Verificação Pós-Reparo: Após o reparo, é crucial monitorar o hidrômetro para garantir que
ele pare de girar, confirmando a cessação do vazamento. A umidade interna deverá ser
monitorada para secagem natural.
Ao focar a intervenção neste ponto externo, as chances de localizar e reparar o vazamento
rapidamente são maximizadas, minimizando a necessidade de quebras adicionais em outras áreas
do imóvel.
Observação: Todas as minhas considerações são baseadas em análises realizadas por inteligência
artificial, com o objetivo de indicar o melhor ponto para a intervenção na alvenaria. No entanto, essas
estimativas podem apresentar pequenas imprecisões. Caso alguma informação não corresponda ao
que for encontrado durante a abertura, peço que entre em contato.
Uma opinião técnica durante a execução da abertura pode contribuir significativamente para o
sucesso do serviço, evitando que ele siga na direção errada.
Conte comigo caso precise de mais orientações.
Em Curitiba, 00/00/0000.
Edson Karpinski
(Geofonista)
Elite Serviços Hidráulicos Ltda.
Rua Curupis, 2328 – Portão – Curitiba PR.
CEP: 80.330-040.